Programas do Centro de Saúde Global
A Necessidade de Colaboração
O câncer é uma das principais causas de morte no mundo, mas tem sido considerado uma doença de países desenvolvidos. As pesquisas indicam que com a crescente globalização, o que inclui a migração populacional, o câncer também está se tornando um grande fardo para as nações em desenvolvimento, como é o caso da América Latina. Além disso, existem disparidades na mortalidade por câncer em todo o globo. Mais de 70% de todas as mortes causadas por câncer ocorrem em países de baixa e média renda, e as projeções é de que continuem subindo. O trabalho em colaboração é necessário para se desenvolver um tratamento do câncer e para se criar uma rede de pesquisa na América Latina que identifique os fatores que contribuem para o câncer na região, para detectá-lo nos estágios iniciais e ter uma maior eficiência no seu tratamento.
Rede de Pesquisa Sobre o Câncer nos Estados Unidos - América Latina (US-LA CRN)
Em março de 2009, o Instituto Nacional do Câncer (NCI) e os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) e Centro Internacional Fogarty (FIC) realizaram uma oficina sobre o câncer de mama, em Bethesda, Maryland, que reuniu funcionários do governo e delegações de pesquisadores da Argentina, Brasil, Chile, México, Uruguai e Estados Unidos. Com base nas interações dessa reunião, esses países concordaram em formar uma Rede de Pesquisa sobre o Câncer nos Estados Unidos - América Latina (US-LA CRN) e iniciar o estudo piloto sobre o câncer de mama. Ainda em 2009, funcionários do governo representando cada um dos cinco países latino-americanos assinaram Cartas de Intenção com os Estados Unidos para formalizar a criação da Rede de Pesquisa sobre o Câncer nos Estados Unidos - América Latina (US-LA CRN).
Fundação de Programas de Pesquisa contra o Câncer na América Latina do NCI
O CGH utiliza três tipos de programas para melhorar a colaboração e aperfeiçoar constantemente a pesquisa e o tratamento do câncer na América Latina e nos Estados Unidos: 1) pesquisa científica e clínica, 2) treinamento, e 3) transferência de tecnologia e capacitação. Esses programas ajudam a garantir que os esforços de pesquisa sejam sustentáveis, eficazes e culturalmente apropriados.
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